Resenha: ‘’O Chamado Selvagem’’ de Jack London

  Quando me ofereceram este livro pra resenhar, fui correndo no Skoob para ler a sinopse e ver se aceitava ou não, o que eu vi, me agradou e decidi aceitá-lo.

 Mas foi uma decepção. ‘’O Chamado Selvagem’’ conta a história de Buck, filho de um São Bernardo com uma pastora escocesa que vivia em uma confortável casa, até ser raptado e vendido para um homem, que o obriga a trabalhar duro, em um ambiente inóspito.

Quando li a sinopse, achei que fosse uma história tipo  Beethoven, ou aquelas ao estilo ‘’ Sessão da Tarde’’ mas não é. A história é bucólica e longa, a história segue em um ritmo cansativo, como se estivéssemos trabalhando junto com Buck o que é normal em um livro antigo (‘’O Chamado Selvagem’’ foi lançado em 1903) e isso é compreensível.

Mas a tradução, muitas vezes mecânica, atrapalhou um pouco, diminuindo mais ainda o ritmo da historia e meu interesse por ela (Já cheguei a ler um livro de 400 páginas em um dia, ‘’O Chamado Selvagem’’  não tem nem 130 páginas e eu demorei mais de uma semana) . Só pra deixar mais claro meu problema com a tradução: Existem algumas expressões em inglês que não podem ser traduzidas totalmente para o português, precisam ser alteradas, lapidadas, pra fazer sentido na nossa língua, e isso (deu pra ver claramente em algumas passagens, especialmente nas cenas de ‘’luta’’ de Buck) não foi feito.

A Diagramação também me irritou. Vocês podem achar que eu estou procurando pelo em ovo, mas é que depois de uma semana me esforçando para ler esse livro, qualquer coisinha me irritava. Alguns nomes, não todos estão em itálico. O nome de Buck sempre aparece em itálico, talvez porque seja personagem principal, mas outros nomes aparecem em itálico e são nomes de personagens passageiros, que vivos ou mortos não fariam diferença nenhuma na história, aí você conclui: Então os nomes ‘’diferentes’’ foram colocados em itálico, a resposta é não, tinha nomes mais diferentes ainda dos que os que estão em itálico e eles estavam completamente normais. OBS: Coloquei alguns dos verbos usados nesse parágrafo em itálico para vocês verem como foi irritante!

Apesar de ser uma história legal, que é considerada um clássico. Eu não gostei e não recomendo.

Beijoos, A Garota do Casaco Roxo

Inverno no Rincão – Léo Kades

“Inverno no Rincão” fala sobre vencer a dor e o medo e recomeçar com uma mente renovada. Apresenta pensamentos muitos comuns em momentos de reflexão como esse, portanto, é sobre solidão, angústia, perda, amor, felicidade, superação, paixão, esperança e espiritualidade. Muitas páginas falam sobre minhas próprias experiências, além de tratar casos de pessoas anônimas que riem ou choram, às vezes desamparadas, outras vezes cheias de alegria e vigor, mas que possuem em seus corações a sede de viver e sonhar. Foi pensando em pessoas anônimas, mas que enfrentam experiências como a que eu mesmo enfrentei, e que por um ato divino e não coincidências possam estar lendo esse livro, é que escrevi “Inverno no Rincão”. Esse pequeno livro é para pessoas que anseiam reescrever sua história ou mesmo possam estar buscando alento para o coração cansado, e através de uma auto análise de suas vidas possam encontrar esperança para essa longa caminhada que chamamos de VIDA.

         Antes de começar uma resenha, costumo fazer uma análise ‘’interna’’ do livro, pelo menos para tentar colocar ele em alguma categoria (Chick-Lit, YA, Suspense e por aí vai) Mas Inverno no Rincão definitivamente não é um livro fácil de ser definido; em algumas partes eu tinha certeza quase que absoluta e se alguém me perguntasse eu podia jurar de pé junto que era um livro de auto-ajuda, mas ao mesmo tempo não é um livro de auto-ajuda, pois conta a história do autor, honestamente, não sei como defini-lo!Honestamente, nem sei definir direito livros de auto-ajuda até por que se existe tema de livro que eu não suporte é de auto-ajuda! De verdade! É um trauma! O trauma de pedir um livro da Meg Cabot de aniversário e receber um do Augusto Cury! NÉ , PAI?        Enfim, se alguém que conheça um pouquinho mais de livros de auto-ajuda estiver lendo este texto, por favor, deixe um comentário e me ajude a definir esse livro!

            O que eu sei, é que este livro é dividido em duas partes. A primeira conta a superação do autor, como ele conheceu sua esposa (alias, ele pediu ela em casamento ao vivo, em um programa de rádio! Não é fofinho *—–*), e como eles decidiram fugir até o Rincão! Para quem não sabe, Rincão é um esconderijo, é um lugar afastado, por sua vez também é o nome de uma das mais belas praias de SC.

            Na segunda parte, o autor/poeta ‘’transforma sua dor em poema’’ e escreve vááááários dedicando-os aos amigos, familiares e colegas que o ajudaram durante toda sua trajetória de superação!

            E uma coisa que eu achei legal foi a presença de trechos de musicas e frases que muitas vezes funcionavam como epígrafes! Acho muito legal e interessante livros e textos que começam assim! Meio que adiantando o assunto que vem adiante!

            O livro é interessante, em especial para aquelas pessoas que estão desmotivadas, que acham que a vida não tem mais sentindo ou que se sintam impossibilitadas de sonhar (mesmo o livro não sendo um livro de auto-ajuda).

Beijoooos, A Garota do Casaco Roxo

 

PS: Desculpem por não ter postado no blog nesses últimos 4 dias, a escola e a reforma daqui de casa estão me matando! D:

PPS: Vocês viram que DYVO? Depois de uma tarde apanhando FEIO do Facebook consegui criar uma página para o blog lá, aonde vocês podem ‘’curtir’’ ele! E por favor curtam! Eu não consegui por Google Friend Connect no blog e pretendo fazer o Facebook, funcionar como ‘’contador de seguidores’’ do blog! Desde já agradeço!

PPPS: Obrigada a Editora Dracaena por ter me enviado uma cópia deste livro! Agradeço do fundo do meu coração! E desejo tudo de bom para vocês, que nos possamos crescer juntos!