Livros que todo mundo já leu e que eu não sinto vontade de ler

24 set

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Não é frescura minha. Pelo menos eu acho que não é. Mas sabe quando você olha para o livro, cheira, lê a sinopse e coloca-o de volta na estante não porque ele é ruim, mas porque você não ficou com nem um pouquinho de vontade de lê-lo?

Ou quando você está em ônibus e tem uma pessoa lendo e você quase se mata na tentativa de ler a capa e descobrir qual é o livro e, quando você finalmente descobre, não consegue não torcer o nariz e fazer uma cara de decepção.

Isso acontece comigo o tempo todo e eu duvido que seja a única que tenha uma série de livros que não sinta vontade de ler. Veja bem, é não sentir vontade de ler nesse momento da minha vida. Quem sabe, daqui a alguns meses eu não poste a resenha de um deles no blog? (e, se isso acontecer, por favor não esfreguem essa lista na minha cara).

A Cabana – William P. Young

Segundo o Skoob, ‘’A Cabana’’ foi lido por 84.134 usuários da rede social e não será (pelo menos não tão cedo) lido por mim.

A história, que tem jeitão de livro de auto-ajuda disfarçado de ficção, não me chama atenção em nada, mesmo com um monte de gente falando ‘’É lindo!’’, ‘’É super!’’, ‘’Ai, bee! Chorei tanto!’’

Já vi o livro aqui em casa (com a quantidade de livros que tem aqui, eu não duvido que alguns dos que aparecem aqui sejam criados por geração espontânea, esse deve ser um desses), mas não sei se leria.

A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, “A Cabana” invoca a pergunta: “Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?” As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.

O Morro dos Ventos Uivantes – Emily Bronte

Sejamos sinceros, esse livro só está na lista dos mais lidos por causa de sua menção na série da Stephanie Meyer. Senão, acredito que o único livro de Emily Bronte só figuraria em listas de livros de romance clássicos (e, para isso, eu já tenho ‘’Orgulho e Preconceito’’, né?)

Fora que todo o ódio e a raiva e ira e vingança me deixam um pouco incomodada. Não sei mesmo se ia conseguir ler esse livro (o que, de novo, não quer dizer ‘’JAMAIS LEREI EMILY BRONTE!!!’’, capicce?)

 Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. “Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff”, diz a apaixonada Cathy. O único romance escrito por Emily Brontë e uma das histórias de amor mais surpreendentes de todos os tempos, O Morro dos Ventos Uivantes é um clássico da literatura inglesa e tornou-se o livro favorito de milhares de pessoas, incluindo os belos personagens de Stephenie Meyer.

 A Guerra dos Tronos – George R. R. Martin

Eu acho que ia gostar desse livro, mas o tamanho (se juntar todos os livros da série acho que fica até maior que a Bíblia), a idade avançada do autor e todo mundo falando dele o tempo todo e todo o tempo (tanto que eu já sei alguns mega spoilers) me desanimam um pouco.

Quem sabe quando eles caírem um pouco no esquecimento, depois que o autor tiver escrito tudinho antes de morrer, eu não o leia, né? Por enquanto, se alguém está lendo um livro gigante no metro, eu já sei o que é e nem preciso esticar o pescoço para confirmar o palpite.

 Quando Eddard Stark, lorde do castelo de Winterfell, aceita a prestigiada posição de Mão do Rei oferecida pelo velho amigo, o rei Robert Baratheon, não desconfia que sua vida está prestes a ruir em sucessivas tragédias. Sabe-se que Lorde Stark aceitou a proposta porque desconfia que o dono anterior do título fora envenenado pela manipuladora rainha – uma cruel mulher do clã Lannister – e sua intenção é proteger o rei. Mas ter como inimigo os Lannister pode ser fatal: a ambição dessa família pelo poder parece não ter limites e o rei corre grande perigo. Agora, sozinho na corte, Eddard percebe que não só o rei está em apuros, mas também ele e toda sua família.

O Guia do Mochileiro das Galáxias – Douglas Adams

O livro parece ser bom e é uma espécie de Bíblia Nerd, não sei porque (acho que eu devo ter visto algum pedaço do filme, que dizem ser horrível) eu não sinto vontade de ler. O dia da toalha e aquela ideia de ‘’42 é a resposta de todas as coisas’’ até parecem interessantes, mas nem as promos do Submarino que vendem ele por R$ 9, 90 me convencem a comprá-lo e depois a lê-lo.

Arthur Dent tem sua casa e seu planeta (sim, a Terra) destruídos em um mesmo dia, e parte pela galáxia com seu amigo Ford, que acaba de revelar que na verdade nasceu em um pequeno planeta perto de Betelgeuse.

Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, este livro vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado. Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect. A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário. Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da “alta cultura” e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.

O Alquimista – Paulo Coelho

Quem me conhece sabe que eu torço o nariz sempre que o nome ‘’Paulo Coelho’’ aparece em algum lugar. Já vi entrevistas e quanto mais eu vejo, menos eu pareço gostar das ideias dele.

E acho que esse meu ‘’não gostar das ideias dele’’ faz com que eu não sinta absolutamente nenhuma vontade de ler seus livros. Acho que se eu lesse algum, leria para poder falar mal com propriedade (e ele parece ser um daqueles autores que ou você ama ou você odeia).

 O jovem pastor Santiago tem um sonho que se repete. O sonho fala de um tesouro oculto, guardado perto das Pirâmides do Egito. Decidido a seguir seu sonho, o rapaz se depara com os grandes mistérios que acompanham a raça humana desde a sua criação; o Amor, os sinais de Deus, o sonho que cada um de nós precisa seguir na vida.

A peregrinação de Santiago, narrada pelo escritor Paulo Coelho em O alquimista transformou-se num dos maiores fenômenos literários. Caminhando em uma caravana pelo deserto do Saara, ele entra em contato com pessoas e presságios que lhe indicam o caminho a seguir. Entre eles, um misterioso personagem – um Alquimista. 

É quem irá ensiná-lo a penetrar na Alma do Mundo, e a receber todas as pistas necessárias para chegar até o tesouro.

 E vocês? Quais são os livros que todo mundo lê, mas que vocês não sentem vontade de ler?

 Beeijos, A Garota do Casaco Roxo

A fonte principal para essa lista foi a lista dos mais lidos no Skoob!

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